Sinopse
O segundo livro que prolonga o primeiro. Ambos são gritos à liberdade, à injustiça, mas o segundo vai mais longe porque defende «… que / para ser / Homem… / nos é preciso / ouvir / a voz das armas / brilhar!… / … nos é forçoso / gritar / nos é forçoso / cantá-las!» Aliás, no lançamento da trilogia sobre Timor (no Complexo de Ensino Superior do Instituto Piaget, em Almada, no dia 5 de Julho de 1995), António de Oliveira Cruz afirmou que a poesia é uma arma. E nenhum povo é verdadeiramente povo se não souber defender-se. E um povo que tem poesia é eterno, disse ainda o poeta.
Detalhes
| Peso | 0,084 kg |
|---|





Avaliações
Ainda não existem avaliações.