Sinopse
O mercado das ideias e das imagens substitui doravante o dos objectos. Esta revolução económica provoca uma mutação profunda do trabalho. De agora em diante trabalha-se diferentemente, em empresas novas, segundo ritmos e em enquadramentos diferentes. Ainda ontem preso na fábrica ou no escritório, o trabalho invade hoje o espaço privado. Educação, actividade profissional, lazer e reforma sobrepõem-se cada vez mais. Será isto o «fim do trabalho» ou antes o pôr em causa da divisão tradicional entre trabalho e extra-trabalho? Devemos ter medo desta metamorfose? Como tirar o melhor partido dela? Que novas estruturas de protecção social se deve criar para nos adaptarmos de forma dinâmica? Que lições tirar dos países que são bem sucedidos?
Detalhes
| Peso | 0,456 kg |
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