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Apenas conhecemos uma ínfima parte da árvore evolutiva dos homens e dos grandes macacos africanos. -
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Textos Insólitos inserem-se em tudo aquilo que Manuel Sérgio vem escrevendo. -
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A propósito do génio de Mozart, o autor dá conta, neste ensaio, dos mais recentes dados sobre o funcionamento do cérebro no que diz respeito à música e procura uma explicação para o que o fez a especificidade do génio na organização da actividade cerebral. -
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As presentes antologias de textos, representativas das prosas medievais portuguesas, constituem um instrumento de trabalho para estudantes de licenciaturas via ensino e para professores/as do ensino básico e secundário, no âmbito da língua e da literatura. -
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Este é o primeiro estudo de fundo em torno da obra poética de António Oliveira Cruz. -
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S. O. S. ÁFRICA é um livro que apresenta a crise africana com invulgar objectividade e crueza. -
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Este livro apresenta uma análise original e acessível da relação entre a psicologia do senso comum, ou «popular», e a psicologia científica contemporânea, concentrando-se no desafio que a ciência cognitiva apresenta à nossa auto-imagem proporcionada pelo senso comum. -
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Conhecíamos ambos pelas suas tomadas de posição a favor de uma ciência com um rosto humano, bem como pelas suas excepcionais capacidades para tornarem acessíveis as descobertas mais recentes no domínio da biologia. -
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Alguns Olhares sobre o corpo é o vigésimo oitavo livro do autor português de mais extensa bibliografia sobre a motricidade humana e o desporto, temas que vem analisando de maneira original e com uma erudição filosófica que nunca é demais realçar. -
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Esta introdução comporta duas grandes secções. -
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Como podemos nós falar de Deus, quando pessoas, ao nosso lado, são vítimas de uma violência indescritível? Não tornam estes homens, estas mulheres, estas crianças mais viva a actualidade do Job das Escrituras, figura tão provocadora quanto cativante? O comentário de J. -
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As ciências cognitivas propõem-se «naturalizar a mente». -
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Alfred North Whitehead argumenta que existem graus de aprendizagem que deviam ser antecipados e seguidos, o que, consequentemente, iria permitir que acontecesse uma plenitude de aprendizagem. -
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Ao libertar os seres humanos das sujeições tradicionais, a modernidade imprimiu às relações de autoridade uma dimensão contratual em virtude da qual já não há poder que se possa exercer sem haver a preocupação de conseguir a adesão daqueles em quem se exerce.



