A SOLIDARIEDADE

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Será a solidariedade um conceito novo? De que forma é que esta «ideia-força» se tornou uma aposta política primordial para a sociedade actual? Partindo desta dupla interrogação o sociólogo Jean Duvignaud pretende traçar aqui a história do elo que une os homens.

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Sinopse

Será a solidariedade um conceito novo? De que forma é que esta «ideia-força» se tornou uma aposta política primordial para a sociedade actual? Partindo desta dupla interrogação o sociólogo Jean Duvignaud pretende traçar aqui a história do elo que une os homens. As formas tradicionais são, em primeiro lugar, os laços de sangue desde as linhagens cavalheirescas às famílias camponesas. O conceito moderno de solidariedade surge integrado na sociabilidade urbana. Ao reunir os homens, as cidades reclamam o seu consentimento. Todavia, há também solidariedade de saberes ou de saberes práticos: corporações, associações operárias e universidades. São as solidariedades fechadas que assentam numa hierarquia rígida. Com o advento da indústria, emergem novos tipos de solidariedade. As solidariedades operárias nascem, ao longo da década de 60 do século XVIII, no seio dos tecelões e dos mineiros ingleses, como expressão de um sentimento de revolta contra a miséria e a exploração. As novas solidariedades baseiam-se, então, no projecto utópico de criação de uma sociedade igualitária. Perante a elevação do direito social ao estatuto de ideologia passam a existir aquilo a que Jean Duvignaud chama solidariedades errantes: momentos efémeros de actividades lúdicas ou de festas, nichos de libertinagem e convivências centradas no prazer. O autor apela, então, a uma pluralidade de solidariedade para que os homens possam controlar a sua cultura, as suas relações e a sua vida.

Detalhes

  • Autor: DUVIGNAUD, JEAN
  • Editora: Edições Piaget
  • Primeira Edição: 1997
  • Formato: Físico - Impresso
  • Nº de Páginas: 216
  • Idioma: Português
  • ISBN: 9,79E+12
  • EAN: 978-972-8245-22-1
Peso 0,304 kg

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