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Como permanecermos concentrados ao longo de todo o dia? Como evitar os assaltos de sonolência? Como observar e desenvolver a memória? Como estimular a vivacidade intelectual? Como dormir bem? Como melhorar a sexualidade? Como desenvolver e manter as capacidades físicas? Relativamente a todas estas questões, como fazer a triagem entre os conselhos sérios e as «mezinhas» populares? Em que podemos acreditar ou não? Jean-Marie Bourre responde, nesta obra, ao explicar o que a dietética pode verdadeiramente trazer-nos. -
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Ao liberalizar as actividades e os serviços financeiros, a Europa financeira cria, neste domínio, o mercado continental. -
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Onde acaba a normalidade? Onde começa a loucura? Que sabemos nós das psicoses - esquizofrenia, paranóia, surtos delirantes, autismo? Existem, certamente, marginais felizes, mas são raros. -
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Sistemas, análise sistémica, leitura sistémica, abordagem sistémica... -
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As biotecnologias, com frequência, suscitam interrogações. -
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Hoje, o homem experimenta uma nova condição temporal - a do homem presente. -
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O objectivo deste livro é apresentar, numa ordem lógica mais do que cronológica, os principais problemas que, hoje em dia, são discutidos na área da filosofia das ciências. -
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Estes ensaios provocadores confirmam a reputação de Kieran Egan como escritor sem medo de desafiar noções enraizadas relativamente ao pensamento e à aprendizagem infantis. -
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Definir uma população representa um acto de violência: impõe-se a um conjunto de indivíduos uma categoria que irá, a partir daí, catalogá-los e constranger a sua acção. -
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Os trabalhos de Louise Lafortune propõem modelos práticos de intervenção, facilmente utilizáveis na sala de aula e permitindo agir sobre determinados fatores afetivos, como a motivação, a confiança em si mesmo e a ansiedade, particularmente na altura dos testes. -
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Compêndio de Fisiologia apresenta uma abordagem à fisiologia sistema-a-sistema, relativamente às necessidades da medicina e da cirurgia. -
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Lugar por excelência da criação de riqueza, a empresa é, de igual modo, um elemento essencial do funcionamento das sociedades contemporâneas, devido às relações sociais que gera e pelo poder de influência que exerce sobre a decisão política. -
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Como podemos viver felizes? Mas, primeiro que tudo, o que significa felicidade? Poderemos definir felicidade? Partindo destas simples, mas essenciais, questões, Philippe van den Bosh leva-nos a interrogarmo-nos sobre a forma como conduzimos a nossa existência e permite-nos entrar, alegremente, no mundo da filosofia. -
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Que são as atitudes e, sobretudo, como devem entender-se desde a perspetiva de assumir a responsabilidade de uma ação educativa escolar a respeito delas? Qual o papel de escola no seu desenvolvimento e ou modificação, se é que tem de ter algum? Nessa direção, que temos aprendido - desde 1990 - da incorporação das atitudes e dos valores no ensino no quadro do sistema educativo espanhol? Quais foram os acertos e os erros cometidos? Ao mesmo tempo, qual a perspetiva dos professores em exercício a este respeito? E quais as necessidades sentidas na formação? Por outro lado, como evitar que o discurso sobre as atitudes e os valores limite o seu horizonte à formação de uma consciência individual (sem dúvida necessária), mas que facilmente, desde o liberalismo imperante, se desenvolve desviada do ambiente ou, simplesmente, sem qualquer solidariedade para com ele? Terá sentido situar todo este problema ao nível universitário, delineando o debate sobre se a universidade tem ou não alguma responsabilidade educativa (ou se é meramente instrutiva) no que se refere aos estudantes. -
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Da criatividade à inovação. -
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Esta obra, de estilo oral, é muito viva! Retoma de forma didática os principais conceitos piagetianos e ordena-os em torno de uma questão central: desde que partamos de histórias diferentes, como construímos os utensílios do pensamento? Qual é a génese da inteligência de todos? A autora leva à tomada de consciência da ausência de fundamentos de certas críticas: a afetividade, por exemplo, não foi escamoteada por Piaget (especialista da inteligência lógica, enquanto epistemólogo), questão à qual atribui um papel primordial.



