A FILOSOFIA DO AMOR EM PSICOTERAPIA ROGERIANA
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JOSÉ MANUEL ARROBAS. Nasci inquieto, insatisfeito, num constante desassossego e sempre, desde muito pequeno, me interessei por tudo e alguma coisa, lendo e estu-
dando tudo o que me vinha parar às mãos. Por causa disso, fui fazer a Guerra do Ultramar como soldado, pois ainda não tinha acabado o Liceu. Fui integrado nas Transmissões de Infantaria, mas passei rapidamente para os Serviços de Informação do Exército e a fazer parte do miniexército e da mini-CIA do mítico Eng.º Jorge Jardim, o nosso Lawrence da Arábia, correndo por isso muitos riscos e metido em muitas aventuras, acabando a última já em Londres.
Quando voltei, e depois de andar um ano à boleia pelo mundo, come-
cei a estudar, tirei vários cursos e terminei com um doutoramento em Psicologia, na Alemanha.
Também comecei a escrever, tendo já mais de dez livros publicados.
Casei há 52 anos, tenho três filhos e dezasseis netos.
Faço voluntariado na Liga dos Combatentes com pessoas que sofrem de stresse pós–traumático.
E continuo à procura de mim, não num processo heurístico, mas mais numa serendi-pidade muito minha, sempre aberto ao espanto, como pedia Jalaladim Maomé Rumi. E continuo a Ser, sendo.
Sinopse
Escrevi «A Filosofia do AMOR em Psicoterapia Rogeriana», numa tentativa de me mostrar, e de mostrar quem sou e como sou, como penso e como me sinto como psicoterapeuta, dedicando-o ao AMOR pelo próximo em sofrimento.
Percorri a chamada «árvore do existencialismo», desde os pré-socráticos até aos nossos dias, sobretudo no que nele há de Personalismo e de Fenomenológico.
Como Psicoterapeuta Centrado na Pessoa, cedo me apercebi que a minha vocação não era simplesmente tratar do Outro em sofrimento, mas CUIDAR da Pessoa sofredora, com afeto e com amor.
«Começa-se a viver, não quando se nasce, mas quando se começa a amar», ou ainda, «Quem nunca me deu amor, nunca me deu nada», são, por exemplo, duas frases que sempre marcaram o meu percurso como psicoterapeuta.
Nesta obra, corro o risco de ser criticado, pelo menos pela banalização das palavras Amor e Amar, pois continuam a ser duas palavras que sofrem olha-res muito diversos. Mas não tendo eu o risco como minha profissão, gosto, no entanto, do desafio, de um certo anarquismo, de lutar contra o instituído que ache redundante ou obsoleto.
E como dizia Miguel de Unamuno, citando o existencialista Soren Kierkegaard, «louco é todo o indivíduo que não vive poética e religiosamente».
Para além de me debruçar sobre o eu como objeto, debruço-me mais sobre o eu como processo.
Detalhes
| Peso | 0,400 kg |
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