A (des) ORQUESTRA
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Orquestra ou (des)orquestra? Em pleno século XXI, a(s) sociedade(s) depararam-se com o regresso de guerras e com o primado do uso da Força, em detrimento da Razão. O sistema internacional contemporâneo está desafinado. Desafinado, porque os diagnósticos são ligeiros, destituídos da devida fundamentação científica, e, por conseguinte, exteriorizados em soluções apressadas, populistas, irrefletidas e desprovidas de método.
Sinopse
Orquestra ou (des)orquestra? Em pleno século XXI, a(s) sociedade(s) depararam-se com o regresso de guerras e com o primado do uso da Força, em detrimento da Razão. O sistema internacional contemporâneo está desafinado. Desafinado, porque os diagnósticos são ligeiros, destituídos da devida fundamentação científica, e, por conseguinte, exteriorizados em soluções apressadas, populistas, irrefletidas e desprovidas de método. Talvez mais do que nunca, é necessário decidir e agir tendo por base a ciência, o método e o conhecimento, que permitem organizar a sociedade. É neste enquadramento que o autor, baseado em experiências e reflexões pessoais, propõe um caminho para: (i) sair/inverter, ou no mínimo tentar travar, a atual situação de (des)orquestra vigente; (ii) uma «Estratégia de Responsabilidade», que seja exequível e realista; e (iii) transcender do sistema internacional (do mundo), com o edificar uma nova ordem geopolítica, assente em prioridades e modos distintos daqueles que hoje existem, ou seja, construir uma nova «orquestra global», desejavelmente, quântica pela sua abordagem e por aquilo que permitirá alcançar.Um caminho apenas possível a partir de Portugal pelo facto de, em pleno século XXI, este ser um país detentor de: (i) uma geografia atlântica única; (ii) uma língua, uma história e uma cultura multissecular, que lhe garante presença em amplas áreas do mundo; e (iii) um legado ímpar, que lhe permite ser reconhecido como aliado credível, fiável e humanista





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