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«A questão é brutal. -
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«O presente livro teve origem nas conferências Gifford que, em 1990, o autor proferiu na Universidade de St. -
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«Esta obra destina-se a várias audiências. -
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A nossa identidade, diz Taylor, é construída a partir do reconhecimento dos outros. -
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«Todas as sociedades conheceram crises de valor, pela simples razão de que uma sociedade evolui, porque novos problemas surgem e as mentalidades mudam. -
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Esta obra oferece uma apresentação clara e precisa de mecanismos cognitivos e cerebrais implicados na leitura e nas reapresentações mentais e cerebrais sobre as quais operam. -
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A leitura em voz alta conhece um interesse renovado. -
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Proposta de uma grelha de leitura que permitirá ao leitor situar-se e apreender os numerosos dados existentes sobre investigação qualitativa. -
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O tema «decrescimento» soa como um desafio ou uma provocação, mesmo sabendo que um crescimento é incompatível com um planeta finito. -
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Este livro resulta da recolha, pesquisa e dedicação de Maria José Costa àquilo a que chamou «o continente poético esquecido» - as rimas infantis. -
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Este primeiro volume, de uma série de três, propõe desenvolver vários domínios do comportamento organizacional: o contrato psicológico, as emoções no trabalho e a socialização organizacional. -
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Como é que a vida está relacionada com a mente? Esta pergunta há muito tempo que perturba filósofos e cientistas, e é esse hiato explanatório entre a vida biológica e a consciência que Evan Thompson explora em A Mente na Vida. -
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A questão das finanças empresariais é explorada em centenas de livros, a maior parte dos quais se apresenta com um aspecto formidável e proibitivo: página após página, apresentam um texto denso, cheio de terminologia obscura e de complexas equações. -
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Este manual abrangente, escrito por um dos autores mais importantes nesta área, fornece uma síntese das principais concepções da natureza da mente acessíveis ao leitor com pouca ou nenhuma preparação em filosofia. -
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Quem sou eu? Quem somos nós? Como articular a individualidade que nos separa de todos os outros e as pertenças que nos solidarizam com outros no seio de comunidades? A nossa identidade afirma-se como o produto enigmático de duas dinâmicas antagónicas, em virtude das quais cada um apenas pode dizer «eu», dizendo também «nós». -
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Convencer-se que era preciso filosofar, numa época em que Auschwitz tinha demonstrado o insucesso da filosofia como interrogação sobre o melhor regime foi o dado prévio, a seguir a 1945, dos que procuraram tomar a seu cargo o novo imperativo categórico de que nunca mais advenha nada de semelhante.



