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Tudo está em tudo. -
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Criticando de modo virulento os postulados da lógica clássica, nomeadamente a noção de «objecto» e o princípio da «não-contradição», a obra de Stéphane Lupasco demonstra que só uma lógica ternária é capaz de abranger o conjunto da realidade. -
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Existem evidentes semelhanças nos tratamentos da percepção, da memória e da resolução de problemas entre o homem e o macaco. -
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O mal, cuja ideia geral é menos simples, mais compósita do que deixaria perceber a experiência sensível do «enfrentar dificuldades», foi captado por mitos, religiões e metafísicas, sem se prestar sempre à análise que se esperaria. -
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Actualmente, toma cada vez mais sentido uma questão fundamental: que homens é que nós queremos ser? Com a evolução da genética, o homem não intervém, apenas, na criação do seu meio ambiente, já que o transforma e domina, mas age, igualmente, sobre a criação de si próprio. -
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«Objecto, desde há alguns anos, de múltiplos trabalhos sectoriais, a mundialização raramente foi apreendida na sua globalidade enquanto balanço da civilização. -
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Nesta obra são analisadas possíveis implicações de algumas teorias cosmológicas enunciadas na segunda metade do Século XX e que tentaram dar resposta a uma coincidência fundamental há pouco tempo descoberta - a coincidência entre o que as propriedades do Universo são e o que teriam de ser para que a vida inteligente pudesse ter emergido no processo evolutivo cósmico. -
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Sabemo-lo, de alguma maneira: somos todos paranóides. -
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O homem que as ciências humanas e sociais tomam por -objecto é mais frequentemente estudado num único contexto ou a partir de uma só dimensão. -
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Um chimpanzé ao qual se pede que faça a triagem de fotografias que representam Homens, chimpanzés e outros animais, faz duas pilhas, uma para os Homens e os símios e outra para todos os outros animais... -
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Projecto ou programa cientista lançado por Norbert Wiener logo após a Segunda Guerra Mundial, a cibernética é, desde há uns anos, objecto, fora do seu domínio de investigação original, de uma atenção crescente e minuciosa. -
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É óbvio que Darwin ainda não podia saber tudo; mesmo assim já passaram mais de cem anos desde que, com a mutação e a selecção, ele descobriu dois mecanismos fundamentais da evolução. -
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Se há um domínio que desperte o interesse e, por vezes, as paixões, é, certamente, o do inato e do adquirido. -
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As ciências não param de progredir. -
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Em França, como em Portugal, gostamos de crianças: gastam-se fortunas na sua conceção, tratamento, vestuário e educação. -
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Esta obra de Manuel Viegas Tavares flui entre duas margens, a educação e a antropologia, que nunca se perdem de vista, exactamente como a acção que o autor tem desenvolvido ao longo de décadas. -
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«A vida do mundo que professa a religião muçulmana não pode ser explicada inteiramente, longe disso, pela doutrina muçulmana. -
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Os autores conhecem bem o mundo complexo da observação e da educação das crianças. -
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«Aqui não se sabe o que é mais necessário admirar: a autoridade, a cultura, a capacidade de desordenar as ideias recebidas ou a clareza muito clássica com a qual o autor domina os seus conceitos... -
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«Nestes últimos anos fui levado a pensar que o jurídico - apreendido sob os traços do judiciário, com as suas leis escritas, os seus tribunais, os seus juízes e a leitura da sentença onde o direito é pronunciado - oferecia ao filósofo uma ocasião para reflectir sobre a especificidade do direito, no seu lugar próprio, a meio caminho entre a moral e a política. -
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O que é a inteligência? Pode a inteligência existir noutros suportes diferentes do cérebro? Que distância separa a inteligência da autoconsciência? Questões que, cada vez mais, se revelam fundamentais e que surgem aqui relacionadas com uma outra: a natureza da inteligência artificial. -
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O Livro da Medicina é um dicionário, com 400 artigos, que descreve o ser humano visto pelo médico e que serve, também, para compreender a medicina do presente. -
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Conhecimento, sexualidade, acaso, incerteza, nascimentos e abortos, anjos e demónios, envelhecimento, doença e morte; as ciências e as técnicas remetem, incessantemente, para estes problemas inerentes à condição humana. -
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Esta obra situa-se no ponto de encontro entre ciência e ética: a ciência tem por objectivo descobrir as estruturas da realidade, de conhecer a natureza das coisas; quanto à ética ela propõe-se agir sobre a realidade modificando-a no sentindo de um grande bem, mesmo que todos não cheguem a um acordo sobre o que é este um grande bem Henri Atlan propõe uma antropologia onde os laços entre o corpo e o espírito resultem de uma relação não dualista. -
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«O lugar do corpo no território do conhecimento é consequência dos lugares que ele convoca para se perceber. -
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Na cultura ocidental o corpo ficou, durante muito tempo, «silencioso», mas não silenciado; foi sempre um meio de comunicação e sempre teve um papel de vector social, psicológico, cultural e religioso. -
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«O Lugar do Homem na Natureza... -
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Nos mais de vinte anos desde a publicação deste livro pela primeira vez (Londres, 1976), a psicolinguística cresceu consideravelmente, tanto em popularidade como na quantidade de material escrito sobre ela. -
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Devido à pressão da opinião pública, a responsabilidade ambiental tornou-se uma componente fundamental da estratégia e da gestão de empresas. -
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Gilberto sabia finalmente que uma vida sem dignidade, ambição excessiva, poder injusto, vaidade e prepotência, para além de vulgares, eram ridículas e perigosas.



