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Este livro traça os caminhos, cruzados em diversos sentidos há já vinte anos, da ciência biológica, da medicina da procriação e da reflexão bioética. -
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A medida com que aqui me aproximo de Nietzsche é também aquela com que dele me afasto: exerço, em relação ao seu pensamento, as prerrogativas, por si marcantemente inventariadas, da interpretação e avaliação, quer dizer, da sua confiscação em benefício do meu interesse, ainda que seja o meu interesse por ele. -
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O mal, cuja ideia geral é menos simples, mais compósita do que deixaria perceber a experiência sensível do «enfrentar dificuldades», foi captado por mitos, religiões e metafísicas, sem se prestar sempre à análise que se esperaria. -
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A Grande Mãe foi sempre uma figura contraditória, ao mesmo tempo protectora, benigna e terrível. -
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A maior parte dos estudos sobre a tomada de decisão trata os seres humanos como ratos num laboratório. -
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Na cultura ocidental o corpo ficou, durante muito tempo, «silencioso», mas não silenciado; foi sempre um meio de comunicação e sempre teve um papel de vector social, psicológico, cultural e religioso. -
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A análise dos indicadores psicológicos do comportamento encontra-se na origem da abordagem científica do funcionamento mental. -
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Os trabalhos de Louise Lafortune propõem modelos práticos de intervenção, facilmente utilizáveis na sala de aula e permitindo agir sobre determinados fatores afetivos, como a motivação, a confiança em si mesmo e a ansiedade, particularmente na altura dos testes. -
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Finalmente, a guerra da Jugoslávia tornou-se na guerra das ocasiões perdidas: a de erigir a Europa em verdadeiro actor político, sujeito de parte inteira da história do século XX; a de dar uma machadada decisiva no fascismo que se avizinha. -
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A construção de espaços imaginários que podemos percorrer e explorar, permitida pela realidade virtual, transforma a nossa visão do mundo. -
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As questões éticas podem ser objecto de um debate filosófico racional, que procede por argumentos e objecções. -
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Quais são os direitos do Homem? Falamos deles como se se tratasse de uma evidência intelectual definida: toda a gente os defende, pelo menos em palavra e enquanto isso não implique qualquer coisa de importância. -
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O que se passa no cérebro do artista quando cria? Que mecanismos regem a actividade cerebral, no momento em que se contempla uma pintura? De onde surge esta estranha e poderosa emoção que é o prazer estético? Podemos explicá-la? Questões que têm estado sempre presentes, de alguma forma, desde há muito tempo. -
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Em princípio, para Hannah Arendt, como para Santo Agostinho, há uma expansividade, o desejo.



