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O poeta confessa e assume, desde logo na sua primeira produção, a inspiração genesíaca, a intenção lustral dessa obra/sinal (e sinalizadora de todas as outras) que é Mensagem II. -
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Plenas de significado são, igualmente, as palavras que constroem Synthesis I. -
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Se olhar a vida em seu redor e gerar o mundo «que te / espelha» eram as linhas fundamentais dos poemas da Synthesis I, o poeta sabe que «terra, sou», mesmo quando a terra está a seus pés porque «em / meus / pés / de terra!». -
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Escrita da modernidade, a produção poética de Oliveira Cruz nega-se a assumir a língua e o discurso como espaço de comunicação objectivável; por isso, o poeta serve-se de processos de transformação da língua, criando um espaço discursivo onde investe e consigna o seu modo próprio de re-nomear e de re-criar o mundo. -
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Texto fortemente exortativo e interjectivo. -
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O segundo livro que prolonga o primeiro. -
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Uma poesia que é aurora nova, que é juventude toda em grito, com os homens todos, em todos os braços dos homens. -
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Pelo influxo do amor a palavra solta-se num continuum fluídico, circular ou, por vezes, recorrente. -
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Mesmo encerrado no abismo da angústia, o poeta defende o paradigma da verticalidade - paradigma da dignidade. -
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O problema fulcral que actualmente se põe à reflexão jurídica é decerto o problema da autonomia do direito, e do significado dela, no todo da realidade histórico-cultural e humano-social dos nossos dias. -
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Neste verdadeiro tratado a autora apresenta ao leitor, de forma exaustiva e simples, as transformações microbianas úteis bem como as diversas degradações que se produzem nos alimentos. -
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O projecto central do humanismo, ensinar cada ser humano a conduzir a sua vida, no respeito pelo universal, ou seja, pelo destino comum da humanidade, continua a ser, mais do que nunca, a única esperança de reunir todos os homens em liberdade, permitindo-lhes dar sentido às suas vidas, no respeito e compreensão pelo outro. -
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Poesia com música e movimento. -
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Há poesia possível depois de Auschwitz.



