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Esta obra pretende demonstrar que existem várias «racionalidades», diferentes maneiras de se «ter razão», legítimas, ainda que diversas, que nos dão conta dos dados apreendidos pelos nossos sentidos. -
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Quem fica a ganhar com o Mercado Único Europeu? A União Monetária Europeia morreu? Irá o Capítulo Social concretizar-se a custo de empregos, na Europa? A Europa encontra-se num tempo de rápida transição. -
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A dimensão social da União Europeia conhece-se relativamente mal. -
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Porque é que damos? Mas, antes de mais, será que ainda damos alguma coisa? Sim, respondem os autores desta obra, e infinitamente mais do que nos querem fazer crer os ideólogos modernos, para os quais as relações entre as pessoas são regidas essencialmente pelo interesse egoísta ou por uma imposição pública, pelo mercado ou pelo Estado. -
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Este livro foi escrito na esperança de contribuir, ainda que modestamente, para a tomada de consciência de uma necessidade, a de fazer todo o possível para impedir que as culturas humanas caiam no esquecimento. -
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Segundo Bertman, vivemos numa sociedade governada pela «potência do agora e já», uma potência que nos gratifica de imediato mesmo quando exige a obediência instantânea. -
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Uma obra constituída por três partes. -
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Os números têm algo de fascinante. -
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Este livro traça os caminhos, cruzados em diversos sentidos há já vinte anos, da ciência biológica, da medicina da procriação e da reflexão bioética. -
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Nesta obra trata-se de situar a técnica - e naturalmente o seu último avatar, a tecnologia - no mundo que é o nosso, de perseguir os seus aspectos contrastantes, de denunciar outros, de propor a sua crítica e teoria. -
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A etologia contemporânea operou uma revolução importante cujo alcance não foi ainda totalmente apreendido. -
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Hoje em dia, um dos grandes lugares-comuns do discurso sábio reside no anúncio reiterado de que o mundo sofre mudanças. -
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Este livro apresenta uma análise original e acessível da relação entre a psicologia do senso comum, ou «popular», e a psicologia científica contemporânea, concentrando-se no desafio que a ciência cognitiva apresenta à nossa auto-imagem proporcionada pelo senso comum. -
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Mais concretamente, o espírito deste volume consiste em partir da apresentação da imbricação vida-morte ao nível celular, e em integrar, quando necessário, a tecnicidade do vocabulário, das ferramentas e dos modelos da biologia da apoptose, a fim de tornar possível o espaço inteletual onde se possa forjar um olhar interdisciplinar sobre estas relações vida-morte. -
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Se, anteriormente, era habitual considerar que o meio agrícola podia levar uma vida à parte, longe das grandes turbulências do mundo, doravante tal opinião já não é sustentável. -
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Será que a ciência gera, sempre, um saber racional? Ou, no melhor dos casos, chegará a fabricar crenças racionais? Como nascem estas últimas? Que objectivo anima então os cientistas? O irracional não estará já, em germe, na ciência? Em que sentido estas tendências encontram as teses relativistas da nova sociologia da ciência segundo as quais não existe verdade objectiva? A racionalidade científica será apenas uma relação de forças, uma fabricação laboratorial? Estas são as questões essenciais colocadas por esta obra.



