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Após a época do feminismo - movimento social que Annick de Souzenelle estuda, em simultâneo, a necessidade histórica e os limites - e depois da época de uma feminilidade artificial explorada pela publicidade, chegou a hora, para a humanidade - homens e mulheres reunidos na mesma busca do humano - de redescobrir o sentido do feminino. -
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Este livro constitui um diagnóstico muito lúcido sobre a problemática da crise que no presente se instalou na relação educativa e da autoridade tradicional. -
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Porque é que o presente, para não referir o futuro, parece não dar esperanças de fugir do capitalismo? Ironicamente, argumentam K. -
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Com complacência, a opinião ocidental como que se refugiou nas últimas décadas num «nicho» em franco desaparecimento: o do risco zero. -
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Do desenvolvimento da sociedade feudal até ao Tratado de Versalhes, a concepção política do território foi progressivamente definida. -
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O projecto deste livro não se reduz ao de celebrar a nostalgia ou de reactivar a lembrança daqueles, conhecidos ou menos conhecidos, que acompanharam a vida de Edgar Morin. -
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No século XIX, o socialismo inventou o sindicato, a cooperativa e a mútua, assim como diversos partidos políticos. -
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Conhecíamos ambos pelas suas tomadas de posição a favor de uma ciência com um rosto humano, bem como pelas suas excepcionais capacidades para tornarem acessíveis as descobertas mais recentes no domínio da biologia. -
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A palavra feto significa mais do que aquilo que faz crer a sua utilização anatómica e médica, designando, em primeiro lugar, um ser vivo e a natureza singular da sua existência, sendo esta uma realidade que as mães pressentem. -
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A exploração do genoma humano leva-nos às profundezas da hereditariedade e da vida. -
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Nos últimos tempos, temos assistido à explosão da procura de um novo tipo de gestor, capaz de dirigir equipas que pertencem a culturas diferentes disseminadas em múltiplos países. -
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«A reflexão sociológica e filosófica é hoje das mais convenientes. -
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Se a aproximação de dois mundos, normalmente separados e distintos, o perturba, se gosta da pequena sereia de Copenhaga alongada sobre o rochedo, com a barbatana de peixe e a longa cabeleira ondulante sobre os mamilos, se lhe parece que não poderia amá-la com pernas de mulher e uma cabeça de peixe, então entrará no universo de Boris Cyrulnik, o mundo onde a animalidade e a magia, a infância vítima da violência e do amor adulto, o medo e o desejo formam os nossos sentidos e os nossos afectos ao abrirem-nos para o mundo simbólico. -
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A técnica pode ser uma coisa má, uma cilada e uma devastação, uma falsa natureza que pretende substituir a verdadeira, desejos fabricados substituindo alegrias reais, artifícios, miragens e parecenças que manipulam os corpos e destroem as almas. -
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Tudo está em tudo.



